segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Quem é o leitor atual?



A informação percorreu diversos caminhos, migrou para suportes diferenciados, mas é claro que não deixou de ser informação e de cumprir missões importantes: informar e gerar conhecimento.

Diante disso, considerando a TI e a novas formas de transmissão da informação, nós a conhecemos de uma maneira mais abrangente, onde barreiras geográficas e de suporte são superadas, alcançando maior número de pessoas, o fator tempo real é sem dúvida uma das coisas mais interessantes e isso levando em consideração a web, suas ferramentas e serviços como um todo.


Quem é o leitor atual?

Ele gosta do livro físico, mas não abre mão do virtual. Considera ambos, pois constata nisso a praticidade e a mobilidade. Convenhamos que é mais fácil carregar centenas de livros virtuais ao invés de uma mochila pesada com livros diversos. Claro que a questão não é criticar nem um nem outro, mas compreender o comportamento deste leitor.

Levando isso para a Biblioteca, como se dá o entendimento do profissional para atender o seu usuário frente a consulta e o empréstimo de determinada obra?

Diversas Bibliotecas Universitárias dispõem de acervo físico e virtual, abrigando obras que compõem grades curriculares, unidos também ao material didático. Considerando quantidades, possibilidades de extravios e outros fatores, não é correto indicar a obra virtual ao leitor?

Precisamos conciliar um e outro suporte, compreender que existe um e outro leitor, pois isso irá nortear melhor o nosso trabalho de balcão de atendimento e serviço de referência. Promover ações voltadas para os benefícios de ambos os suportes de leitura deve fazer parte do calendário de atividades e da política de desenvolvimento da Biblioteca. 

Seremos contribuintes no peso de reflexão entre o formato tradicional da leitura fazendo ponte com o digital.

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